Thursday, 11 October 2007

Blur - Ambulance

Eu gosto dessa letra



I ain't got
Nothing to be scared of,
No I ain't got
Nothing to be scared of
No I ain't got
Anything to be scared of
'Cos I love you

I was born out of love
It's the only way to come into this world
I know I'm not all there
But I'm getting, getting, getting there
If you let me live my life
I'll stay with you to the end
And I know, lord
I'm nearly there
I want to tell you this

Monday, 8 October 2007

Eletrônica Live

Meu colega de trabalho acabou de dizer que a música estava falida, só porque eu disse pra ele que o negócio de RingTones não ia durar mais que alguns anos no Brasil, se tanto...
Obviamente, ele acha que Ringtones são música.

Mas eu nem ia falar disso. Achei bacana essa foto do Justice ao vivo.





Stacks de amps Marshall e dois caras tocando as maquininhas, não deixa de ser rock não é ?

Ouça só:



Vejo muita gente que chama isso de DJ e reclama: "eles só tocam discos de música dos outros e levam a fama".
Não é por aí não.

Primeiro, eles não estão necessáriamente tocando vinil ali. Se estiverem, é apenas mais um instrumento do set. Justice, assim como Daft Punk e inúmeros outros artistas eletrônicos, são compositores e não apenas artistas que fazem mix. Usam samples de outros artistas sim, mas também são compositores de melodias, que nesse caso são programadas.
O trabalho de tocar esse material varia de artista para artista. Não duvido que tenha gente que só manda um "play" e no melhor dos casos bota um efeito aqui outro ali...afinal eu mesmo já fiz algo parecido. É difícil saber como tocar música programada de uma maneira que permita improvisação mas é possível. Poucos artistas eletrônicos gostam de entrar em detalhes sobre como fazem isso.
Mas, vocês podem entender um pouco sobre a coisa aqui e aqui

Wilhelm Scream Compilation

Wilhelm Scream é um clipe de áudio com a gravação de um grito usado em inúmeros filmes diferentes...aí está uma compilação deles...

Autores & WWW

Eu admito que tendo a ficar excessivamente entusiasmado com algumas coisas. A Internet é uma delas. Não precisamos repetir aqui todas as vantagens que o meio oferece. Mas uma discussão que li há alguns dias sobre se a Internet é boa para escritores me fez pensar no assunto. O artigo pode ser lido aqui.

O fato é que escritores por profissão (não é meu caso, ainda bem) precisam ser pagos. Suas opções parecem ser cada vez mais escassas. Podem se aventurar no mundo das editoras tradicionais e torcer por uma publicação nesse oceano de auto-ajuda, "fique rico", "seja feliz em 12 lições" e autobiografias de celebridades. Sabemos que a lista dos mais vendidos ajuda os mais vendidos a continuarem mais vendidos, até aparecer um novo membro na lista, talvez uma biografia de um papagaio manco. Não é um ambiente fácil.

Outra alternativa: trabalhar em jornais e revistas. Houve um dia em que trabalhar nessas empresas era motivo de orgulho e se o escritor fosse talentoso e tivesse sorte, eventualmente teria oportunidade de escrever artigos à altura de suas ambições literárias. Agora me vem à mente a nova revista semanal da editora Abril, cuja campanha de marketing dá a dica: é tudo bem curtinho, bem mastigadinho, você pode ler sua revista sem ter que ler muito. Olhem só que legal ! Saber de tudo um pouco, bem pouquinho, só o suficiente, sem muito esforço. Diz tudo sobre nossos tempos.

Pois muitos de nós vivem assim agora: conectados o tempo todo, comunicando nos por e-mails curtos ou mensagens instantâneas, bombardeados por notícias constantes envoltas em centenas de outras curtas notas, recheadas de celebridades,penis-enlargers, assassinatos bizarros e não-notícias.

O que faz o escritor?

A internet pode ajudá-lo a publicar seu trabalho, já que isso é relativamente barato e tem o potencial de alcançar um público extenso. Por outro lado, como fazer disso um ganha-pão ? Claro, se seu blog ou site atrai muitas visitas, possivelmente também irá atrair publicidade. Poucos podem se dar ao luxo de atrair o suficiente para ganhar a vida assim. Está se gerando uma cultura do 'post', onde aqueles que escrevem preferem textos curtos com headers bombásticos a fim de atrair tráfego. Perdem espaço aqueles que escrevem artigos longos, de diversas páginas, recheados de argumentação e contra-argumentação. Ensaios e a prosa traidional perdem espaço para colunas onde uma rápida opinião diária satisfaz os apressados leitores e estatísticas de acesso satisfazem o autor.

No artigo citado lá em cima, Erik Davis diz estar "cansado de opiniões". Critica com bastante propriedade uma cultura que, disfarçada como um suposto ambiente de debate, na verdade não debate nada, onde despejamos nossas curtas opiniões por uma centena de fóruns, sem aprofundar nenhum dos aspectos da discussão. Comentários em abundância, em linguagem abreviada e sem substância.

Não há dúvida de que a Internet é um conjunto de ambientes a serem utilizados por escritores, sejam profissionais ou amadores. Suas oportunidades e possibilidades são muitas e, até certo ponto, ainda pouco exploradas. Mesmo assim, é uma reflexão válida pensarmos no resultado do que escrevemos e publicamos. Não basta escrever algo apenas para depois ficar conferindo as estatíticas de acesso e torcer por uma vitória de clicks. Precisamos pensar em modelos que ajudem a boa escrita e leitura, incentivando toda a variedade de estilo e gêneros da arte de escrever.

Recomendo visitarem o 10 Zen Monkeys para esse a outros artigos interessantes.

Tuesday, 2 October 2007

wuthering heights

Isso sempre coloca um sorriso na minha cara...acompanhem com atenção como ela interpreta a letra com os braço e pernas...fantástico !

Ukulele Orchestra of GB - Wuthering Heights

Na sequência, o vídeo original da Kate Bush, igualmente hilário mas por razões diferentes...